Sem tabus, falo deste tema no blog, pois quero que pensem na pornografia como uma indústria (que o é). Em Portugal, segundo a entrevista que Carlos Ferreira, diretor da Hot Gold Portugal, única empresa nacional deste ramo, deu à CMTV, a empresa fatura cerca de 1 milhão de euros ao ano.

Claro que comprar um filme porno é sempre algo desconfortável de se fazer, principalmente em Portugal, que, como todos nós sabemos, ainda é um país conservador.

A internet veio oferecer a este tipo de espectadores uma gama de ofertas de forma “gratuita”. Pergunta: Como  é que esta indústria ganha dinheiro? A resposta é simples, ou em Publicidade ou na venda de direitos a canais de adultos, difundidos em redes de serviços televisivos por cabo ou satélite.

Mas, quando se pensava já ter visto tudo em relação à realidade virtual, e do que ela era capaz de fazer, eis que surge a ideia, Porno em Realidade Virtual.

A ideia, apresentada em junho de 2016 com os Oculus Rift, rapidamente foi evoluindo para chegar a um simples smartphone com aplicação VR convencional.

Caso queiram, podem experimentar o vídeo abaixo, alojado no youtube, contém um exemplo não obsceno, similar ao exemplo anteriormente apresentado a fim do utilizador verificar o grau de realidade deste tipo de videos.

Aqui a questão que se põe será: Qual será o futuro da indústria pornográfica nos canais por cabo? – Visto que este tipo de tecnologia é mais realista que o formato que esse tipo de canais apresentam. Será que a televisão terá de se adaptar às necessidades dos espectadores? Será que estes canais apenas vão disponibilizar conteúdos web deste tipo e abandonar o formato televisivo? Isto, só o futuro o dirá!

Fontes:
Forum OculusVR
ElHombre.com.br