Caríssimos, todos nós já tivemos o momento de irmos ao médico e não querermos apanhar uma vacina. Honestamente, eu dessa idade cheguei a fugir em pleno consultório ao ponto de colocar todos os médicos atrás de mim! (espero que estejam a imaginar o cenário!)

Porém, nos dias de hoje esse sofrimento acabou. A VR Vacina, criada pela empresa brasileira de multimédia ogilvy a pedido do Laboratório Hermes Pardini, também este brasileiro veio solucionar essa tortura de muitas, se não todas as crianças.

No vídeo abaixo pode ver-se o projeto em em questão.

O conceito do vídeo é muito simples: É colocado um pouco de frescura, seguida de uma pedra de fogo ao herói, por forma a ativar um escudo onde este protegia o mundo.

Com isto a experiência da criança passa para outro patamar, abstraindo-se do facto de levar com uma vacina, focando-se em salvar o mundo!

A médica do laboratório designada para coordenadora do projeto, refere que em 15 anos nunca viu um algo em que se conseguisse transformar a dor em entretenimento.

Abaixo, deixo o vídeo utilizado no projeto da VR Vacina. Este video alojado no Youtube já está com a tecnologia de Realidade Virtual, livre, para qualquer pessoa utilizar.

No Festival de Cannes deste ano o vídeo foi premiado com 4 Leões, um de ouro, um de prata e dois de bronze.

A titulo de curiosidade, em Portugal, segundo o jornal Diário de Noticias, onde numa entrevista a alguns pediatras, estes falam que 95% das crianças são vacinadas, mas que cerca de 4000 crianças não o são, pois os pais não veem benefícios nesta metodologia de prevenção à doença.

Para concluir, cito Ricardo Mena, no seu artigo desta semana no jornal Público, sobre o marketing na saúde onde refere:

“As organizações de saúde que agora discutem as suas exigências devem pensar no que o cliente precisa para que tenha maior bem-estar e cuidados de saúde de qualidade. Saliento que os profissionais de saúde são também pessoas especiais (designo muitas vezes super-heróis) que dedicam todo o seu esforço e atenção para produzir resultados em que a sua matéria-prima são pessoas todas elas também diferentes.”

Desta forma, aproveitando para dar uma palavra de congratulação aos responsáveis por este projeto, quero apenas referir que utilizando os recursos tecnológicos para atenuar a dor, transportando as crianças para uma realidade mágica, faz com que este tipo de tecnologias ganhem cada vez mais valor perante a sociedade cada vez mais exigente..

Fontes:
Ogilvy
Diário de Noticias
Artigo de Ricardo Mena no Jornal Público